Lei Biden: o posicionamento dos EUA no mercado de criptomoedas

Os Estados Unidos finalmente deram o passo esperado a mais de semanas, com a ordem executiva sobre criptomoedas. Assim, chegou a tão aguardada Lei Biden no mercado de ativos digitais.


Mundialmente conhecido como um dos pilares da economia mundial, o país não abaixou a guarda e garantiu seu posicionamento. Nesse caso, o texto redigido foi de cautela.


O que diz a lei Biden?


De forma clara e um pouco pacífica, Joe Biden diz que o objetivo maior por trás da Lei Biden é apenas a proteção dos consumidores norte-americanos. Ou seja, foi para uma via mais contida, sem retaliação ao novo mercado.


No geral, o presidente sancionou o texto com alguns pontos importantes, tratando desde a proteção do consumidor até mesmo a investigação em cima do mercado de ativos. Assim, garantiu que os EUA se mantém atento ao mercado enquanto garante que os investidores não o retaliem.


Ao que tudo indica, a lei atinge diretamente duas granes instituições: a SEC e a Commission and Commodity Futures Trading Commission. Com isso, o mercado inteiro voltou suas atenções para o país.


A lei é aguardada desde fevereiro, retardada por todos os conflitos militares que ocorrem no mundo desde então. Dessa forma, o que se pode esperar agora é o ok do presidente e a lei entrar em vigor.


Ao que tudo indica, a lei Biden vai entrar no mercado com sanções gerais e que abrange todo o mercado de ativos. Além disso, não deve trazer nenhuma regra nova para as famosas stablecoins.


Esse fato acabou gerando alguns problemas com outros políticos do país, afirmando que as stablecoins deveriam estar envolvidas no projeto. Entretanto, o texto segue como o original e agora a guarda a aprovação, sem nenhuma indicação de mudanças.


O que esperar para o mercado?


Mesmo com o mercado completamente instável devido aos conflitos militares, o que se espera é que a nova lei Biden seja bastante benéfica para o mundo dos ativos. Afinal, querendo ou não, tratar o assunto como algo mais generalista acaba sendo a solução para evitar problemas maiores.


O que se espera é que a publicação ocorra na próxima semana, e as reações já devem ocorrer ao mesmo tempo. Além disso, alguns especialistas apostam na retomada pós conflito militar graças a sanção.


Dentro da lei biden, o ponto mais importante é o combate direto ao crime organizado com o uso de criptomoedas, sendo a principal ameaça para o governo do país. Ou seja, o que se pode esperar nos próximos meses é a possível regulamentação.


Afinal, o crime organizado usando os ativos ocorre de maneira mais rápida e muitas vezes mais danosa. Por conta disso, o governo está trabalhando diretamente em sanções para esse sentido.


Além disso, o que os Estados Unidos estão buscando hoje é principalmente o protagonismo no cenário econômico, já que não se fala em outra coisa no mercado. Dessa forma, a lei é quase um "espera" para os investidores do país.


O motivo é bastante simples: usando de sanções e medidas paliativas, o país acaba conseguindo acalmar os ânimos dos mais fervorosos por uma legislação. Com isso, consegue ainda dar um recado ao mundo, que está se movimentando e buscando o primeiro lugar.


Recuperação do bitcoin


Nos últimos dias o bitcoin conseguiu se recuperar, mas nem isso foi capaz de fazer os EUA dar uma concessão maior para o mercado de ativos. Assim, acaba ficando mais clara a ideia de que o país está ainda se preparando com a lei biden.


O que se espera para os próximos dias é que o retorno do bitcoin acabe levantando ainda mais a lei biden, já que traz um novo sentido.


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